DE QUE FORMA O ESTRESSE AFETA A DIGESTÃO E COMO CONTROLÁ-LO
- Viviane Burger
- 25 de nov. de 2025
- 2 min de leitura
Em um mundo cada vez mais acelerado, onde as pressões sociais, profissionais e emocionais se entrelaçam de forma constante, o estresse tornou-se um componente quase inevitável da vida moderna. Embora frequentemente associado a sintomas psicológicos como ansiedade e insônia, o estresse exerce também um impacto profundo e, por vezes, negligenciado sobre o funcionamento do corpo, especialmente sobre o sistema digestivo.
A conexão entre mente e intestino, mediada por uma complexa rede neuroendócrina conhecida como eixo cérebro-intestino, revela que emoções intensas podem influenciar desde a produção de enzimas digestivas até a motilidade intestinal. Sintomas como gastrite, refluxo, síndrome do intestino irritável e constipação crônica são apenas algumas das manifestações físicas de um desequilíbrio emocional persistente. Compreender os mecanismos fisiológicos que ligam o estresse à digestão e, sobretudo, adotar estratégias eficazes de controle torna-se, portanto, essencial não apenas para o bem-estar gastrointestinal, mas para a manutenção integral da saúde.
Você sabia que existem tipos de estresse? O estresse agudo, um período de recordações invasivas que ocorre após um evento traumático; período estresse agudo episódico, ocorre através de vários episódios de estresse agudo que se tornam comuns e dão a sensação constante de urgência; estresse crônico, o mais perigoso, pois resulta de situações contínuas e difíceis de resolver; transtorno do estresse pós-traumático, surge após a vivência de traumas, ele está relacionado a um evento específico.
Os sintomas do estresse podem aparecer de diversas maneiras, dependendo da situação e do tipo de estresse; como dores de cabeça, cansaço constante, ansiedade, tristeza persistente, comer demais ou perda de apetite, isolamento social e vários outros sintomas. Estudos apontam que o estresse pode aumentar a sensibilidade intestinal, fazendo com que um desconforto leve pareça mais intenso. Reduzir o estresse durante as refeições pode prevenir desconfortos digestivos e promover melhor absorção de nutrientes.

O estresse não tratado pode conter várias consequências e problemas de saúde grave, como: ansiedade, depressão, burnout, problemas cardiovasculares, dores crônicas, sistema imunológico fraco, problemas digestivos, distúrbio alimentares, alterações hormonais.
A digestão pode ser beneficiada por hábitos simples, como a prática regular de movimento, a hidratação adequada e a atenção plena. Atividades como meditação e exercícios leves ajudam a reduzir os hormônios do estresse, o que contribui para o bom funcionamento do sistema digestivo e para a saúde intestinal. Quando o estresse é controlado de forma constante, há uma melhora significativa na digestão, redução do inchaço e um aumento geral na sensação de bem-estar. Cuidar do corpo e da mente, portanto, é essencial para manter o equilíbrio e promover uma digestão saudável.
Em conclusão, o estresse afeta não só a mente, mas também o corpo, principalmente o sistema digestivo. Por isso, é importante entender como ele interfere na saúde e buscar maneiras de controlá-lo no dia a dia. Hábitos simples, como beber bastante água, praticar atividades físicas leves, alimentar-se com calma e reservar momentos para relaxar, podem fazer grande diferença. Cuidar da mente é também cuidar do corpo e manter esse equilíbrio é essencial para ter uma boa digestão e uma vida mais saudável.
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