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ESTUDANTES DO GEIC REALIZAM PESQUISA SOBRE GLIFOSATO

O Grupo Estudantil de Iniciação Científica (GEIC) tem como objetivo auxiliar na prática de pesquisa de artigos científicos com temas escolhidos pelos estudantes. O projeto é dividido em dois grupos, o primeiro, sendo 6º e 7º Anos, é focado em aulas de teoria e ensino da metodologia da pesquisa científica, diferente do segundo grupo, que abrange estudantes de 8º Ano do Ensino Fundamental ao 3º Ano do Ensino Médio, onde existe a possibilidade de escolha diante dos diversos temas para pesquisa, podendo ser apresentados no Congresso Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão (CIEPE).

Entre as pesquisas realizadas no GEIC, encontra-se uma investigação sobre a utilização do glifosato nas plantações de arroz da região do Alto Vale do Itajaí, sobretudo no município de Agronômica. De autoria dos estudantes Lavinia Simonetti, Paulo Antonio Urbanek e Yasmim de Andrade, o projeto, que vem sendo realizado desde a metade de 2022, tem como objetivo analisar a quantidade do produto, a utilização adequada do Equipamento de Proteção Individual (EPI) e a possibilidade de retirada dos resíduos da água.


Os estudantes têm como objetivo realizar saídas de campo para pesquisas mais aprofundadas na Casan, fazer testes na água, visitar propriedades, entrevistar agricultores, etc. fundamentadas a partir de pesquisas bibliográficas em artigos científicos. Além de mostrar a importância da aplicação correta e conhecimento dos agricultores sobre o agrotóxico, eles têm o intuito de descobrir qual a quantidade deste produto permanece na água. As publicações consultadas pelos estudantes apontam que os métodos utilizados para o tratamento da água não são 100% eficazes para a remoção de resíduos tóxicos. Os resultados parciais do estudo apontam que, para a aplicação do glifosato, é necessário uma dissolução correta do produto e, posteriormente, o devido uso do EPI, sendo que, na maioria das vezes, o agrotóxico é manuseado de forma incorreta.


O glifosato é prejudicial à saúde, entre os efeitos negativos do seu consumo, há a inibição da produção de enzimas do nosso intestino, o impedimento da absorção de nutrientes, prejudica o desenvolvimento neurológico e a saúde mental e está relacionado ao surgimento de tumores. Há indicadores que relacionam o aumento no diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista que coincide com a legalização do agrotóxico no país, abrindo, assim, precedentes para investigações mais aprofundadas.









 
 
 

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