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"Quanto mais Arte, mais livre sou": entrevista com Alisson Grilo.

Alisson Grilo é um artista brasileiro. Licenciado em Artes Visuais e graduado em Design Gráfico, com pós-graduação em Arteterapia, atualmente cursa Terapia Ocupacional.

Natural de Brusque (SC), Alisson demonstrou, logo cedo, seu gosto pelo desenho, pela pintura e pelas aulas de Arte da escola. No entanto, foi apenas em 2014, após um convite para expor seus trabalhos na Fundação Cultural de Brusque, que Alisson se afirmou como artista e incorporou o apelido “Grilo”, dado por seu pai, à sua assinatura.

Alisson não possui uma referência artística direta em sua família. Seus pais deram todo o apoio que puderam, dentro do que estava ao seu alcance. Com 16 anos, Alisson saiu da casa dos pais para estudar no seminário de Rio Negrinho (SC). Em 2013, retornou para Brusque, voltando-se finalmente ao estudo das Artes. Em 2017, mudou-se para Rio do Sul (SC), onde reside, leciona e exerce seu ofício como artista plástico.


Confira a entrevista concedida pelo artista à equipe do Jornal A Voz da Humanidavi:


(Equipe) O que te fez vir para o Colégio Unidavi?


(Alisson Grilo) Gosto de vivenciar as diversas linguagens da Arte e o Colégio Unidavi é um ambiente que vive Arte e permite experimentá-la nas mais variadas vias. Nesse contexto, fico feliz pelo convite de trazer também a minha arte representada em algumas das minhas obras, agradeço a oportunidade e visualizo essa abertura para que mais pessoas tenham esse acesso de conhecer o artista e suas obras de arte.


(Equipe) Do que se trata a exposição “o feminino que habita em mim”?


(Alisson Grilo) A exposição de arte “o feminino que habita em mim”, é um convite à reflexão sobre as diversas representações do feminino, este que vive em mim, em você e em todos nós, às vezes, por meio de linhas, curvas, cores, memórias, e aqui as obras de arte vão além desses elementos; o meu desejo é que o espectador possa despertar o sentir para as características que incluem empatia, intuição, sensibilidade, silêncio, compaixão, entre outros, características essas que entendo serem inerentes a todos os seres humanos, independentemente de seu gênero.

Vivenciar o feminino que habita em mim é permitir olhar para todas as partes de mim mesmo e não ter medo de expressar minha sensibilidade e compaixão. Isso não significa que eu não seja forte ou que não tenha a capacidade de tomar decisões difíceis. Pelo contrário, acredito que a integração desses recursos em minha personalidade me torna uma pessoa mais completa e equilibrada. É como se fosse uma parte importante da minha identidade, é algo que abraço com orgulho. Espero que, à medida que a sociedade evolua, as pessoas se sintam mais livres para abraçar todas as partes de si mesmas, independentemente de seu gênero ou outras características externas.


(Equipe) Qual foi sua fonte de inspiração para criá-la?


(Alisson Grilo) Para o processo criativo para essas obras de arte da exposição “o feminino que habita em mim”, inspirei-me em diversas experiências vividas no meu cotidiano, encontros com pessoas do ciclo de relações, alguns estudos de cores e também sobre o “feminino”.


(Equipe) Quem foram os responsáveis pela organização da exposição?


(Alisson Grilo) O convite vem da diretora do Colégio Unidavi, Sandra Aparecida Dos Santos, com a curadoria de Thyara Cristina do Nascimento Hirano.


(Equipe) Qual a duração da exposição?


(Alisson Grilo) A abertura aconteceu no dia 8 de maio e segue para visitação até o dia 19 de maio de 2023.


(Equipe) Poderia falar a respeito de suas exposições?


(Alisson Grilo) As exposições são momentos importantes na minha carreira artística, além de ser uma grande troca de experiências, permite estreitar os laços entre o artista e os espectadores, seja apenas na apreciação das obras de arte, ou mesmo no encontro com o artista que sai do seu atelier/galeria e agora se aproxima com suas obras do público permitindo que mais pessoas conheçam seu trabalho.











 
 
 

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